








O vírus da web, no momento, chama-se YouTube. Trata-se de um website onde usuários carregam, assistem e compartilham vídeos digitais.
São mais de 100 milhões de vídeos exibidos por dia, no site que está no ar desde fevereiro de 2005. A cada mês o vírus se alastra, e o número de acessos é dobrado. Os vídeos são dos mais variados tipos: caseiros, comerciais de TV, filmes, videoclips etc.
O YouTube gera um movimento do vídeo viral. Acontece da seguinte maneira: uma pessoa vê o filme, envia para um amigo que abre o arquivo na sala de trabalho, e consequentemente assiste ao lado dos colegas, que espalham para suas listas de email e assim vai o vídeo vai sendo disseminado. O mais interessante é que os vídeos são produzidos por pessoas comuns, porém profissionais da área de comunicação já estão de olho nessa ferramenta da web. Campanhas de empresas estão sendo desenvolvidas especialmente para o YouTube, apostando no marketing viral. E mesmo para os não profissionais a produção dos vídeos pode render um bom negócio, como é o caso dos internautas que produzem vídeos estimulados por concursos de marcas famosas.
O vírus realmente contamina, e acaba sendo inevitável disseminá-lo. Se você se pegar visitando o YouTube todos os dias, em busca dos últimos vídeos postados, ou dos mais vistos, cuidado! Este pode ser um sintoma de que você está com o vírus. Passe adiante!
Luana Barros
Para ser repórter fotográfico não basta freqüentar cursos de fotografia, correr atrás de fatos, estar no momento certo da notícia, mas, ir muito além disso. “Fotografar é por no mesmo ponto de mira a cabeça, o olhar e o coração” relembrando Cartier-Bresson. É dessa soma tão necessária que brota o profissional da imagem-notícia.
Além da sensibilidade fotográfica o repórter deve ter conhecimento nas áreas das ciências sociais. O contexto social, econômico e político balizam os fatos. Estar inteirado dos aspectos antropológicos e culturais das sociedades abordadas é fundamental para um discurso impactante, denso e gerador de opiniões. É preciso compreender o sentido deste fazer, cujo exemplo podemos citar outro mestre dessa arte , no caso o brasileiro Sebastião Salgado, que define seu metiér como: “a transformação da fotografia numa forma de vida, valorizando o momento histórico em que se vive e estar atento ao porvir”.
Assim como Cartier-Bresson, Salgado é famoso por fotografar gente e por seu interesse pelo ser humano. O fotógrafo das causas sociais, como é reconhecido, acredita que essa é tarefa do fotógrafo: identificar-se totalmente com aquilo que ele vai fotografar. Ter o prazer de estar lá. Ou então o trabalho não é feito.


<----- Ele antes e agora! ----->